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30 de mar. de 2010

PROVAS HISTÓRICAS E PROFÉTICAS SOBRE A DIVINDADE DE JESUS

Profecias  Messiânicas


A Vinda do Senhor Jesus Cristo - o Messias - como salvador da humanidade, bem como sua obra e sofrimento foram profetizados muitos séculos antes do Seu nascimento.  Deus usou homens santos para predizerem detalhadamente como seria o Messias, sua vinda e manifestação do Reino dos céus. Como sabemos, o Messias foi rejeitado e morto pelos judeus. Ressuscitado, está ao lado do Pai e em breve retornará para conduzir os eleitos à morada eterna.
A seguir, conheça as profecias e os livros onde estão narradas, bem como, o seu cumprimento  descritos no Novo Testamento.

Profecia:
Onde:

Cumprimento:
 
Como Filho de Deus
Sl 2.7
Lc 1.32,35
Como descendente de mulher
Gn 3.15
Gl 4.4
Como descendente de Abraão
Gn 17.7; 22.18
Gl 3.16
Como descendente de Isaque
Gn 21.12
Hb 11.17-19
Como descendente de Davi
Sl 132.11; Jr 23.5
At 13.23; Rm 1.3
Sua vinda em tempo certo
Gn 49.10; Dn 9.23,25
Lc 2.1
Seu nascer de uma virgem
Is 7.14
Mt 1.18; Lc 2.7
Ser chamado Emanuel
Is 7.14
Mt 1.22,23
Nascer em Belém
Mq 5.2
Mt 2.1; Lc 2.4-6
Grandes viriam adorá-lo
Sl 72.10
Mt 2.1-11
Matança dos meninos de Belém
Jr 31.15
Lc 2.16-18
Ter chamado do Egito
Os 11.1
Mt 2.15
Ser precedido por João
Is 40.3; Ml 3.1
Mt 3.1-3; Lc 1.17
Sua unção com o Espírito
Sl 45.7; Is 11.2, 61.1
Mt 3.16; Jo 3.34;
At 10.38
Ser profeta semelhante a Moisés
Dt 18.15-18
At 3.20-22
Ser sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque
Sl 110.4
Hb 5.5,6
Sua entrada no ministério publico
Is 61.1,2
Lc 4.16-21, 43
Se ministério iniciado na galiléia
Is 9.1,2
Mt 4.12-16, 23
Sua entrada publica em Jerusalém
Zc 9.9
Mt 21.1-5
Sua vinda ao templo
Ag 2.7,9; Ml 3.1
Mt 21.12; Lc 2.27-32;
Jo 2.13-16
Sua pobreza
Is 53.2
Mc 6.3; Lc 9.58
Sua humildade e falta de ostentação
Is 42.2
Mt 12.15,16,19
Sua ternura e compaixão
Is 40.11; 42.3
Mt 12.15, 20; Hb 4.15
Sua ausência de engano
Is 53.9
1Pe 2.22
Seu zelo
Sl 69.9
Jo 2.17
Sua pregação por parábola
Sl 78.2
Mt 13.34,35
Seus milagres
Is 35.5,6
Mt 11.4-6; Jo 11.47
Ter sido injuriado
Sl 22.6; 69.7,9,20
Rm 15.3
Ter sido rejeitado por seus irmãos
Sl 69.8; Is 63.3
Jo 1.11; 7.3
Ser uma pedra de escândalo aos judeus
Is 8.14
Rm 9.32; 1Pe 2.8
Ter sido odiado pelos judeus
Sl 69.4; Is 49.7
Jo 15.24,25
Ter sido rejeitado pelos lideres judeus
Sl 118.22
Mt 21.42; Jo 7.48
Os judeus e os gentios, contra Ele
Sl 2.1,2
Lc 23.12; At 4.27
Seria traído por um amigo
Sl 41.9; 55.12-14
Jo 13.18-21
Seus discípulos O abandonariam
Zc 13.7
Mt 26.31-56
Seria vendido por trinta moedas
Zc 11.12
Mt 26.15
Seu preço seria dado pelo campo do oleiro
Zc 11.13
Mt 27.7
A intensidade de seus sofrimentos
Sl 22.14,15
Lc 22.42,44
Seu sofrimento em lugar de outros
Is 53.4-6,12
Mt 20.28
Sua paciência e silencio sob os sofrimentos
Is 53.7
Mt 26.63; 27 12-14
Ser esbofeteado
Mq 5.1
Mt 27.30
Sua aparência maltratada
Is 52.14; 53.3
Jo 19.5
Terem-No cuspido e flagelado
Is 50.6
Mt 14.65; Jo 19.1
Cravação de seus pés e mãos à cruz
Sl 22.16
Jo 19.18; 20.25
Ter sido esquecido por Deus
Sl 22.1
Mt 27.46
Ter sido zombado
Sl 22.7,8
Mt 27.39-44
Mel e vinagre ser-Lhe-iam dados
Sl 69.21
Mt 27.34
Suas vestes seriam divididas e sortes lançadas
Sl 22.18
Mt 27.35
Seria contado com os transgressores
Is 53.12
Mc 15.28
Sua intercessão pelos Seus assassinos
Is 53.12
Lc 23.34
Sua morte
Is 53.12
Mt 27.50
Nenhum dos Seus ossos seria quebrado
Ex 12.46; Sl 34.20
Jo 19.33,36
Seria traspassado
Zc 12.10
Jo 19.34,37
Seria sepultado com o rico
Is 53.9
Mt 27.57-60
Não veria a corrupção
Sl 16.10
At 2.31
Sua ressurreição
Sl 16.10; Is 26.19
Lc 2.6,31,34
Sua ascensão
Sl 68.18
Lc 24.51; At 1.9
Seu assentar à direita de Deus
Sl 110.1
Hb 1.3
Seu exercer o oficio sacerdotal, no céu
Zc 6.13
Rm 8.34
Seria a pedra principal da igreja
Is 28.16
1Pe 2.6,7
Seria Rei em Sião
Sl 2.6
Lc 1.32; Jo 18.33-37
Conversão dos gentios a Ele
Is 11.10; 42.1
Mt 1.17-21; Jo 10.16;
At 10.45-47
Seu governo reto
Sl 45.6,7
Jo 5.30; Ap 19.11
Seu domínio universal
Sl 72.8; Dn 7.14
Fp 2.9-11
A perpetuidade de Seu reino
Is 9.7; Dn 7.14
Lc 1.32,33

29 de mar. de 2010

2 perguntas...

PIB EM ITAPARICA  REALIZA MUTIRÃO MISSIONÁRIO NO ES
?? com duas interrogações as camisas foram estampadas. Com folhetos nas mãos e a mensagem de Cristo nos corações e na língua, dezenas de irmãos se juntaram para pregar a palavra de Deus na cidade de Vila Velha/ES. A primeira igreja batista em Itaparica, liderada pelo Pr. Ismael Anderson preparou-se para um projeto de evangelização no dia 20 de março (sábado) que impactou o bairro com centenas de conversões a Jesus. O ensejo foi dado conforme a necessidade de cumprimento do Ide e também do mês de missões mundiais realizado pela JMM (junta de Missões mundiais da convenção batista brasileira)
Parte da equipe reunida em frente ao templo da PIB em Itaparica

As interrogações nas camisas, eram uma espécie de estratégia onde duas perguntas eram feitas aos abordados: 1) Como você está? 2) onde você passará a eternidade? As respostas eram as mais variadas, duvidosas e confusas como que se fazendo cumprir o texto de Romanos 8:19 -  Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus.
O preparo ocorreu já no inicio do mês, com encontros entre esses missionários, que receberam capacitação sobre a palavra de Deus, versículos chave para evangelismo, técnicas de abordagem e intercessão.
 
Grupo reunido no templo em oração antes do impacto nas ruas
O mutirão missionário se desenvolveu nas casas,  praças, ruas, avenidas, estabelecimentos comerciais e ate mesmo na praia de Itaparica.  Os frutos foram vistos  bem de perto. Foi uma experiência muito marcante para todos. “percebi que existem muitas pessoas afastadas e sem Deus”declarou Gabriela de 12 anos que trabalhou no projeto evangelístico. “temos que fazer mais vezes esse projeto. Tem muita gente morrendo sem Jesus” ressaltou Mateus de 16 anos.
Foram distribuídos bíblias, novos-testamentos, folhetos evangelísticos e agendas evangelísticas da Igreja. O envolvimento foi muito expressivo contando com vários membros incluindo lideres, seminaristas, pastores, professores de EBD, crianças, adultos e idosos. O sol não foi empecilho, nem as distancias percorridas entre as ruas. O povo se envolveu, trabalhou e participou ativamente do projeto que tinha como objetivo central proclamar o amor de Deus e a salvação em Jesus Cristo.
Evangelismo na praia de Itaparica – Vila Velha/ES
A idéia é repetir este feito mais uma vez este ano, especificamente no mês de setembro onde em mais um mês missionário a denominação batista se envolverá em missões nacionais. A PiB em Itaparica entendeu o ide deixado por Jesus, deixando o marasmo e indo além fronteiras proclamando a palavra de Deus cumprindo assim o Ide de Jesus.
(Mateus 28:19) - Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações,
FONTE: MINISTÉRIO DE COMUNICAÇÃO DA PIB EM ITAPARICA
CONTATO: 27-3349-0828    www.pibitaparica.com.br

27 de mar. de 2010

 Idosa de 113 anos gasta dinheiro da ajuda social com café e tabaco

Mais velha que seu próprio país, Tane Koleci, de 113 anos, nasceu no norte da Albânia - país que declarou indepedência em 1912 - e gasta os 20 euros que recebe de ajuda social com café e tabaco.
Tane, que está quase surda e tem problemas de visão, toma quatro xícaras de café depois que acorda e mais quatro durante o dia, além de fumar 10 cachimbos por dia, o que equivale a 1kg de tabaco por mês e custa quase 20 euros, valor da ajuda social.
O quarto de Tane não possui calefação ou luz elétrica e possui somente uma cama, onde a idosa passa grande parte do dia, levantando-se apenas para tomar um pouco de sol.
Tane começou a fumar escondido ainda na infância, quando ficou orfã, e foi trabalhar em uma fazenda onde areava a terra e cuidava do gado. Casou aos 26 anos e nunca teve filhos. Hoje ela vive com o primo Mexhid Koleci e sua mulher.
Segundo Mexhid, Tane sempre teve uma boa alimentação, nunca ingeriu álcool e raramente adoece. Passa grande parte do dia deitada na cama, levantando-se apenas para tomar um pouco de sol.

26 de mar. de 2010

A luta de um ex-muçulmano!

“Filho do Hamas” que nasceu de novo hoje luta contra “o deus do islamismo”

“Não estou aqui lutando contra muçulmanos. Estou lutando contra o deus deles”

 
Art Moore
© 2010 WorldNetDaily
De sua proeminente família muçulmana na Margem Ocidental até a agência de segurança de Israel onde ele trabalhou durante uma década — e até para alguns que se dizem cristãos — pessoas que conhecem Mosab Hassan Yousef estão achando difícil explicar sua radical transformação.
Como filho e herdeiro legítimo de um dos fundadores do grupo terrorista palestino Hamas, Yousef partiu o coração de sua família religiosa e extremamente unida e colocou a vida deles e a própria vida dele em perigo ao anunciar dois anos atrás que ele havia se tornado seguidor de Jesus Cristo. Hoje, as ameaças só se intensificaram desde que ele mudou sua missão: antes, ele salvava vidas lutando contra o terrorismo; agora, ele salva almas muçulmanas por meio de seus esforços para desmascarar o islamismo como “a maior mentira da história humana”.
Num debate via telefone na quinta-feira com WND e várias publicações cristãs, Yousef explicou que, junto com o Hamas, os meios de comunicação seculares e membros de algumas denominações cristãs estão tentando desacreditar a história que ele diz no recente livro “Son of Hamas” (Filho do Hamas), que está em décimo lugar na lista de livros mais vendidos do jornal New York Times nesta semana.
É uma história que muitos acham difícil de acreditar, ele reconheceu.
Mas o “segredo é bem simples”, disse Yousef, de 32 anos. “Quando o amor de nosso Senhor está no coração de um homem, esse homem age de forma totalmente diferente”.
“Eles não querem admitir isso”, ele disse dos que o menosprezam. “Se eles admitirem que o que mudou minha vida foi Jesus Cristo, isso abrirá muitas indagações, e eles não querem chegar a esse ponto”.
Ele está agora vivendo no Sul da Califórnia depois de trabalhar junto com seu pai, o xeique Hassan Yousef, na cidade de al-Ghaniya, na Margem Ocidental, perto de Ramalá. Nesse tempo, ele abraçou de forma secreta a fé cristã e serviu como um dos principais espiões do Shin Bet, agência de segurança interna de Israel.
O Hamas rejeitou as afirmações dele como propaganda sionista, mas um de seus treinadores do Shin Bet confirmou o que ele disse para o jornal israelense Haaretz. Yousef foi recrutado pelo Shin Bet em 1996 com a idade de 18 enquanto estava num prédio de detenção do Complexo Russo de Jerusalém. Ele havia sido preso depois de comprar uma arma. Sua primeira prisão ocorreu quando ele tinha 10 anos, durante a Primeira Intifada, ou “levante”, por lançar foguetes contra colonos israelenses.
No começo deste mês, seu pai divulgou uma declaração a partir da prisão israelense de que ele e sua família “renegaram completamente o homem que era nosso filho mais velho e que se chama Mosab”.
Logo depois de declarar publicamente sua fé cristã em agosto de 2008, a Frente de Mídia Islâmica Global — ligada a al-Qaida — divulgou uma declaração classificando-o como um infiel que está indo para o Inferno e citando o profeta Maomé do islamismo: “Matem quem mudar de religião”.
No mês passado, seu principal treinador no Shin Bet, “Capitão Loai”, falou para o Haaretz de sua grande admiração por Yousef, que atrapalhou dezenas de ataques terroristas de homens-bombas e tentativas de assassinatos orquestrados pelo Hamas, salvando centenas de vidas.
“Muitas pessoas devem a vida a ele e nem mesmo sabem”, disse Loai. “Pessoas que fizeram muito menos foram condecoradas com o Prêmio de Segurança de Israel”.
Yousef diz que ele foi um dos que revelaram que o grupo terrorista Brigada de Mártires Al-Aqsa era composto de membros da guarda presidencial Força 17, de Yasser Arafat.
Ele ajudou a recrutar homens como Ibrahim Hamid, comandante do Hamas, e Marwan Barghouti, considerado um dos líderes da Primeira e Segunda Intifada. Contudo, Yousef convenceu o Shin Bet a poupar a vida de seu pai, que Laoi disse que se não tivesse sido pelo pedido de Yousef, seu pai teria sido “morto mais de 10 vezes”. O xeique está numa prisão israelense desde que foi preso em setembro de 2005.
Yousef disse para o jornal Telegraph de Londres em agosto de 2008 que sua família estava “definitivamente sofrendo por causa do que eu fiz”.
“Eles não são uma família comum, eles são uma família muito famosa, e muçulmanos no mundo inteiro louvam minha família, louvam meu pai. Por isso, quando dei um passo como esse, era impossível para eles pensarem nisso, era loucura”.

Porta de Damasco

A jornada de Yousef para a fé cristã literalmente passou pela Porta de Damasco em Jerusalém, uma reconstrução da Idade Média da porta do primeiro século mediante a qual o Apóstolo Paulo viajou quando estava a caminho de suprimir de forma violenta a nova seita que ele considerava herética.
Nesse lugar histórico em 1999, Yousef e dois amigos se encontraram com um cristão britânico que estava visitando Jerusalém com um pequeno grupo evangelístico. O homem, um motorista de táxis na Inglaterra, que ficou em Jerusalém durante poucos dias, o convidou para um estudo da Bíblia na Associação de Jovens Cristãos perto do Hotel Rei Davi na Jerusalém ocidental.
“Peguei a Bíblia e comecei a estudá-la”, Yousef disse para os jornalistas na quinta-feira. “Levei seis anos para estudar o Cristianismo, estudar o islamismo tudo de novo e estudar ainda mais as outras religiões”.
Em seu livro, ele narra um momento decisivo em sua “odisséia espiritual” quando seu melhor amigo o dirigiu a um programa na Al-Hayat, uma estação de TV cristã via satélite em árabe.
Ele assistiu enquanto um idoso padre copta chamado Zakaria Botros “sistematicamente” realizava uma “autopsia no Corão, abrindo-o e expondo todo osso, músculo, nervo e órgão, e então pondo-os sob o microscópio da verdade e mostrando que o livro inteiro é canceroso”.
Yousef disse que ele não consegue indicar o dia ou a hora em que ele se tornou cristão, porque foi um “processo de seis anos”.
“Mas eu sabia que eu era cristão, e sabia que eu precisava ser batizado”.
Os treinadores de Yousef no Shin Bet lhe disseram que eles não viam problemas em sua fé cristã enquanto ele não a revelasse a ninguém mais e não fosse batizado. Yousef cria que eles estavam mais com medo de perdê-lo como espião do que de algum problema que uma declaração de conversão pudesse lhe trazer.
Mas em 2005, não muito depois que ele assistiu ao padre copta cortar e expor “todos os pedaços mortos de Alá que ainda estavam ligados ao islamismo e me cegavam para a verdade de que Jesus é o Filho de Deus”, ele literalmente arriscou-se, entrando nas águas do mar Mediterrâneo numa praia de Tel Aviv numa incomum cerimônia de batismo “secreta” realizada por um cristão de San Diego, EUA, que estava de visita.
Agora, Yousef reside na região de San Diego, onde ele freqüenta a Igreja da Estrada de Barrabás. Ele perdeu contato com o motorista de táxis da Inglaterra.
“Encontrei-me com ele apenas duas vezes. Não sei onde ele está, mas oro por ele sempre”, disse ele na quinta-feira.

A maior mentira da história

Com 10 anos de luta contra o terrorismo em sua experiência passada, Yousef se vê agora como numa missão nova, mas não menos provocativa — libertar muçulmanos do “deus do islamismo”.
Ele frisa que os muçulmanos não são seus inimigos.
“Meu coração se quebranta por eles”, ele disse para os jornalistas na quinta. “É isso o que quero que eles compreendam. Não estou aqui lutando contra muçulmanos. Estou lutando contra o deus deles, e creio que o maior inimigo que os muçulmanos estão enfrentando é seu deus e seu profeta”.
Maomé, disse Yousef, começou 1.400 anos atrás com uma mentira que ele “embrulhou com revestimentos de fatos, verdade, obras de caridade e boas coisas”.
“Por isso, ele é uma mentira perfeita”, ele disse. “Creio que o islamismo é a maior mentira da história humana. É desse jeito que creio. Os muçulmanos são vítimas dessa mentira”.
Agora, disse ele, é a “hora de eles despertarem dessa mentira, para serem corajosos o suficiente para enfrentá-la”.
Ele reconheceu que suas palavras ofendem a muitos de forma extrema.
“Mas alguém precisa dizer a verdade e lhes dizer isso com muito amor”, disse ele.
Yousef disse que quando ele pesquisou em busca da raiz dos problemas na face de seus compatriotas palestinos, ele chegou à conclusão de que é “o deus do islamismo”.
Mas ele argumenta que o obstáculo principal para persuadir os muçulmanos a abandonar o islamismo é não convencê-los de que “Maomé é um mentiroso”.
“O problema que eles enfrentam é que eles não têm a coragem de enfrentar as conseqüências se reconhecerem isso”, disse ele.

Algo muito melhor do que esta vida

Yousef disse na quinta que ele não espera que sumam as ameaças à sua vida que começaram no dia em que ele declarou sua fé em Jesus Cristo. Embora diga que ele “não parece alguém que quer morrer”, ele “não vai se esconder”.
“Como crente em Cristo, creio em suas promessas, e creio que ele está preparando algo muito melhor do que esta vida”, disse ele.
“Se o preço para espalhar a mensagem for meu sangue ou minha vida, assim seja. Não desejo morrer, mas provavelmente esse é melhor jeito de divulgar a mensagem”, disse Yousef. “Continuarei fazendo o que tenho de fazer, o que é certo fazer, e se o resultado for me matarem por essa causa… todos vão morrer algum dia”.
Respondendo à pergunta de quinta acerca das políticas do governo Bush e Obama de declarar o islamismo “uma religião de paz” e insistir em que os EUA não estão numa guerra contra o islamismo, Yousef deu sua opinião: “Com todo respeito ao senhor presidente, há um engano imenso”.
“Eu os incentivo a ler o Corão, capitulo 9, versos 5 e 29, que instituem a pena de morte a todos os que não crêem no islamismo”, disse ele.
“Isso não é novo”, acrescentou ele. “Essa não é a idéia de um muçulmano radical. Essa é a ideologia do próprio deus do islamismo. Por isso, não podemos mudar o que está no Corão, e nenhum muçulmano tem a autoridade de mudar isso”.
Ele compreende que diplomatas e governos têm limitações, mas crê que a ameaça permanecerá, a menos que se lide com a razão dos islâmicos que fazem guerra santa.
Yousef disse que seu chamado é desafiar o problema em seu ponto central.
“O que os governos estão fazendo? Eles estão lidando com alguns terroristas, radicais aqui e ali, mas estão ignorando, com certeza, a realidade do islamismo”, disse ele.
Depois de uma década de “luta contra o terrorismo”, ele disse que ficou claro que “estamos lutando contra um fantasma”.
“No fim do dia, a razão deles ainda está ali”, disse ele. “O melhor jeito de detê-los é lutar contra a ideologia deles. Se não lutarmos contra a razão deles, se não lutarmos contra a ideologia deles, se não desafiarmos a ideologia deles, continuarão aparecendo homens-bombas e extremistas”.
Ele disse que a tarefa não pode ser o dever do governo.
“Pedimos que o governo nos dê espaço para trabalhar”, ele disse. “Se não quisermos passar por esta guerra, esse é o dever de todo homem livre deste mundo. Não só do Cristianismo, mas de todo homem livre”.
Em sua entrevista ao Haaretz no mês passado, ele disse que muitos crêem que os terroristas são motivados pela “ocupação” israelense. Mas “tudo isso é apenas o pano de fundo”, insistiu ele.
“Não é a raiz do problema. A ocupação é como a chuva que cai em solo em que a semente foi plantada, mas não é a própria semente”, disse ele.
“A raiz do conflito entre israelenses e palestinos não está na segurança ou nas políticas: é uma guerra entre dois deuses, duas religiões”, argumentou Yousef.
O Corão, explicou ele, ensina que a terra da Palestina é uma doação sagrada [para os muçulmanos], um “Waqf”, que não deve ser entregue a ninguém mais.
O problema de Israel, disse ele, não está “no Hamas ou em qualquer outra organização, nem na interpretação que o Hamas tem em sua leitura do Corão. O problema está no deus do Corão”.
Até mesmo os “muçulmanos moderados” que lêem o Corão, argumentou Yousef, “têm de ler que os judeus são filhos de macacos e que os infiéis têm de ser mortos”.
Os palestinos têm de parar de culpar Israel, ou o Ocidente, por todos os seus problemas”, disse ele. “Se querem verdadeira liberdade, eles têm de se libertar de seu deus”.

30 dollares... o valor de uma alma sedenta... de fome...


Sei que esta noticia não é muito antiga, mas bem atual...
Aqui na ALBÂNIA, algumas sociedades islâmicas tem ganho milhares de crianças para seus rebanhos...
Como...
Reunindo as crianças que são orfãns de pai ou mãe e pagando para cada uma delas a quantia de 30 dollares a cada mês para cada uma delas, desde que elas frequente sua "sociedades ou fundações", para aprenderem o árabe e o corão (alcorão).
No local onde estamos plantando a nossa amada igreja a pobreza é extrema em algumas regiões... Alguns só comem um pão por dia, e nem mesmo água potável temos etc , etc, ...
Aproveitando se dessa fator de pobreza, eles investem milhões de dollares todos os meses para "educarem" essas crianças necessitadas.
As vezes me pergunto o que devemos fazer... e logo me vem a resposta pela palavra de Deus a bíblia sagrada. ORAR, sempre Orar. bater, pedir, procurar ao Senhor da seara para que lhes mostre a verdade através do Espírito Santo de DEUS...
Oremos para que o véu que esta encobrindo estas família, caiam por terra e o SENHORIO do nosso mestre JESUS venha ser revelado a cada um deles....
Não se esqueça..
ORA SEM PARAR...

17 de mar. de 2010

Abençoados os que possuem amigos

BONS AMIGOS

Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!

Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!
Machado de Assis
Jesus quer o seu coração.

14 de mar. de 2010

A Perda da Arte de Discernimento Evangélico

A Cabana - A Perda da Arte de Discernimento Evangélico


Albert Mohler Jr.



Dr. Albert Mohler é o presidente do Southern Baptist Theological Seminary, pertencente à Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos; é pastor, professor, teólogo, autor e conferencista internacional, reconhecido pela revista Times como um dos principais líderes entre o povo evangélico norte-americano. É casado com Mary e tem dois filhos, Katie e Christopher.

       O mundo editorial vê poucos livros atingirem o status de "sucesso". No entanto, o livro A Cabana, escrito por William Paul Yong, superou esse status. O livro, publicado originalmente pelo próprio autor e dois amigos, já vendeu mais de dez milhões de cópias e já foi traduzido para mais de trinta idiomas. É, agora, um dos livros mais vendidos de todos os tempos, e seus leitores estão entusiasmados.
       De acordo com Young, o livro foi escrito originalmente para seus próprios filhos. Em essência, ele pode ser descrito como uma teodicéia em forma de narrativa – uma tentativa de responder à questão do mal e do caráter de Deus por meio de uma história. Nessa história, o personagem principal está entristecido por causa do rapto e do assassinato brutal de sua filha de sete anos, quando recebe aquilo que se torna uma intimação de Deus para encontrá-lo na mesma cabana em que a menina foi morta.
       Na cabana, "Mack" se encontra com a Trindade divina, onde Deus, o Pai, é representado como "Papai", uma mulher afro-americana, e Jesus, por um carpinteiro judeu, e "Sarayu", uma mulher asiática, é identificada como o Espírito Santo. O livro é, principalmente, uma série de diálogos entre Mack, Papai, Jesus e Sarayu. As conversas revelam que Deus é bem diferente do Deus da Bíblia. "Papai" é absolutamente alguém que não faz julgamentos e parece determinado a afirmar que toda a humanidade já está redimida.
       A teologia de A Cabana não é incidental à história. De fato, em muitos pontos a narrativa serve, principalmente, como uma estrutura para os diálogos. E estes revelam uma teologia que, no melhor, é não-convencional e, sem dúvida, herética em certos aspectos.
       Embora o artifício literário de uma "trindade" não-convencional de pessoas divinas seja, em si mesmo, antibíblico e perigoso, as explicações teológicas são piores. "Papai" conta a Mack sobre o tempo em que as três pessoas da Trindade manifestaram-se da seguinte forma: "nós falamos com a humanidade através da existência humana como Filho de Deus". Em nenhuma passagem da Bíblia, o Pai ou o Espírito Santos é descrito como assumindo a forma humana. A cristologia do livro é confusa. "Papai" diz a Mack que, embora Jesus seja plenamente Deus, "ele nunca usou a sua natureza como Deus para fazer qualquer coisa". Eles apenas viveu do seu relacionamento comigo, da mesma maneira como eu desejo me relacionar com qualquer ser humano". Quando Jesus curou o cego, "Ele fez isso como um ser humano dependente que confiava em minha vida e poder para agir nele e por meio dele. Jesus, como ser humano, não tinha qualquer poder em si mesmo para curar alguém".
       Embora haja muita confusão teológica a ser esclarecida no livro, basta dizer que a igreja cristã tem lutado por séculos para chegar a um entendimento fiel da Trindade, a fim de evitar esse tipo de confusão – reconhecendo que a fé cristã está, ela mesma, em perigo.
       Jesus diz a Mack que ele é "o melhor caminho para qualquer ser humano se relacionar com Papai ou com Sarayu". Não é o único caminho, mas o melhorcaminho.
       Em outro capítulo, "Papai" corrige a teologia de Mack afirmando: "Eu não preciso punir as pessoas pelos seus pecados. O pecado é a sua própria punição, que devora você a partir do interior. Não tenho o propósito de punir o pecado; tenho alegria em curá-lo". Sem dúvida, a alegria de Deus está na expiação realizada pelo Filho. No entanto, a Bíblia revela consistentemente que Deus é o Juiz santo e reto, que punirá pecadores. A idéia de que o pecado é a "sua própria punição" se encaixa no conceito do karma, e não no evangelho cristão.
       O relacionamento do Pai com o Filho, revelado em textos como João 17, é rejeitado em favor de uma absoluta igualdade de autoridade entre as pessoas da Trindade. "Papai" explica que "não temos qualquer conceito de autoridade final entre nós, somente unidade". Em um dos mais bizarros parágrafos do livro, Jesus diz a Mack: "Papai é tão submisso a mim como o sou a ele, ou Sarayu a mim, ou Papai a ela. Submissão não diz respeito à autoridade e à obediência; é um relacionamento de amor e respeito. De fato, somos submissos a você da mesma maneira".
       Essa hipotética submissão da Trindade a um ser humano – ou a todos os seres humanos – é uma inovação teológica do tipo mais extremo e perigoso. A essência da idolatria é a auto-adoração, e essa noção da Trindade submissa (em algum sentido) à humanidade é indiscutivelmente idólatra.
       O aspecto mais controverso da mensagem de A Cabana gira em torno das questões do universalismo, da redenção universal e da reconciliação final. Jesus diz a Mack: "Aqueles que me amam procedem de todo sistema que existe. São budistas, mórmons, batistas, islamitas, democratas, republicanos e muitos que não votam ou não fazem parte de qualquer igreja ou de instituições religiosas". Jesus acrescenta: "Não tenho desejo de torná-los cristãos, mas quero unir-me a eles em sua transformação em filhos e filhas de meu Papai, em meus irmãos e irmãs, meus amados".
Em seguida, Mack faz a pergunta óbvia: Todos os caminhos levam a Cristo? Jesus responde: "Muitos dos caminhos não levam a lugar algum. O que isso significa é que eu irei a qualquer caminho para encontrar vocês".
Devido ao contexto, é impossível extrair conclusões essencialmente universalistas ou inclusivistas quanto ao significado de Yong. "Papai" repreende Mack dizendo que está agora reconciliado com todo o mundo. Mack replica: "Todo o mundo? Você quer dizer aqueles que crêem em você, não é?" "Papai responde: "Todo o mundo, Mack".
No todo, isso significa algo bem próximo da doutrina da reconciliação proposta por Karl Barth. E, embora Wayne Jacobson, o colaborador de Young, tenha lamentado haver pessoas que acusam o livro de ensinar a reconciliação final, ele reconhece que as primeiras edições do manuscrito foram influenciadas indevidamente pela "parcialidade, na época," de Young para com a reconciliação final – a crença de que a cruz e a ressurreição de Cristo realizaram a reconciliação unilateral de todos os pecadores (e de toda a criação) com Deus.
James B. DeYoung, do Western Theological Seminary, um erudito em Novo Testamento que conheceu Young por vários anos, documenta a aceitação de Young quanto a uma forma de "universalismo cristão". A Cabana, ele conclui, "descansa sobre o fundamento da reconciliação universal".
Apesar de que Wayne Jacobson e outros se queixam daqueles que identificam heresia em A Cabana, o fato é que a igreja cristã tem identificado, explicitamente, esses ensinos como heresia. A pergunta óbvia é esta: por que tantos cristãos evangélicos parecem ser atraídos não somente à história, mas também à teologia apresentada na narrativa – uma teologia que, em vários pontos, está em conflito com as convicções evangélicas?
Os observadores evangélicos não estão sozinhos em fazer essa pergunta. Escrevendo em The Chronicle of High Education (A Crônica da Educação Superior), o professor Timothy Beal, da Case Western University, argumentou que a popularidade de A Cabana sugere que os evangélicos devem estar mudando a sua teologia. Ele cita os "modelos metafóricos não-bíblicos de Deus" no livro, bem como seu modelo "não-hierárquico" da Tridade e, mais notavelmente, "sua teologia de salvação universal".
Beal afirma que nada dessa teologia faz parte das "principais correntes teológicas evangélicas" e explica: "De fato, essas três coisas estão arraigadas no discurso teológico acadêmico radical e liberal dos anos 1970 e 1980 – que influenciou profundamente os feministas contemporâneos e a teologia da libertação, mas que, até agora, teve muito pouco impacto nas imaginações teológicas de não-acadêmicos, especialmente dentro das principais correntes religiosas".
Em seguida, ele pergunta: "O que essas idéias teológicas progressistas estão fazendo no fenômeno da ficção evangélica?" Ele responde: "Desconhecidas para muitos de nós, elas têm estado presente em muitos segmentos liberais do pensamento evangélico durante décadas". Agora, ele diz, A Cabanaintroduziu e popularizou esses conceitos liberais até entre as principais denominações evangélicas.
Timothy Beal não pode ser rejeitado como um conservador e "caçador de heresias". Ele está admirado com o fato de que essas "idéias teológicas progressistas" estão "se introduzindo aos poucos na cultura popular por meio de A Cabana".
De modo semelhante, escrevendo em Books & Culture (Livros e Cultura), Katharine Jeffrey conclui que A Cabana "oferece uma teodicéia pós-moderna e pós-bíblica". Embora sua principal preocupação seja o lugar do livro "num panorama literário cristão", ela não pôde evitar o lidar com a sua mensagem teológica.
Ao avaliar o livro, deve-se ter em mente que A Cabana é uma obra de ficção. Contudo, é também um argumento teológico, e isso não pode ser negado. Diversos romances notáveis e obras de literatura contêm teologia aberrante e heresia. A pergunta crucial é se as doutrinas aberrantes são características da história ou são a mensagem da obra. Em A Cabana, o fato inquietante é que muitos leitores são atraídos à mensagem teológica do livro e não percebem como ela conflita com a Bíblia em muitos assuntos cruciais.
Tudo isso revela um fracasso desastroso do discernimento evangélico. Dificilmente não concluímos que o discernimento teológico é agora uma arte perdida entre os evangélicos – e esse erro pode levar tão-somente à catástrofe teológica.
A resposta não é banir A Cabana ou arrancá-lo das mãos dos leitores. Não precisamos temer livros – temos de estar prontos para responder-lhes. Necessitamos desesperadamente de uma redescoberta teológica que só pode vir de praticarmos o discernimento bíblico. Isso exigirá que identifiquemos os perigos doutrinários de A Cabana. Mas a nossa principal tarefa consiste em familiarizar novamente os evangélicos com os ensinos da Bíblia sobre esses assuntos e fomentar um rearmamento doutrinário de cristãos evangélicos.
A Cabana é um alerta para o cristianismo evangélico. Uma avaliação como a que Timothy Beal ofereceu é reveladora. A popularidade desse livro entre os evangélicos só pode ser explicada pela falta de conhecimento teológico básico entre nós – um fracasso em entender o evangelho de Cristo. A tragédia de que os evangélicos perderam a arte de discernimento bíblico se origina na desastrosa perda do conhecimento da Bíblia. O discernimento não pode sobreviver sem doutrina.

11 de mar. de 2010

OBRAS PARA BÍBLIAS EM ALBANÊS - O AGIR DE DEUS ATRAVESSA FRONTEIRAS

INFORMATIVO A IMPRENSA - 

OBRAS PARA BÍBLIAS EM ALBANÊS - O AGIR DE DEUS ATRAVESSA FRONTEIRAS

Há exatamente uma semana ou mais o artista plástico Renato Amisy, decidiu que iria parar com a confecção de obras originais e exclusivas de JESUS SALVADOR, disse para si mesmo que as Bíblias que fez para Hebe Camargo e Nicolas Sarkozi seriam as últimas, afinal um projeto que seria para apenas 200 obras, já soma quase 2.000 e que seria tempo de parar. Destacamos aqui que todas foram feitas com recursos próprios e com apoio de um empresário de Barretos, colocadas no Livro Sagrado e entregues gratuitamente aos "sedentos" da PALAVRA. É meta deste empresário e do artista que as obras cheguem a todos os continentes, só que por motivos em que o "inimigo" age intensamente, a área financeira, Renato Amisy decidiu parar. Mas o que o artista não sabia é que quem comanda e determina a hora de parar é DEUS. E veio da Albânia um pedido que Renato Amisy confeccionasse obras para serem coladas ao Livro Sagrado para serem presenteadas às autoridades daquele país. Portanto, naquele mesmo dia o artista começou  a confeccionar uma nova série de JESUS SALVADOR, para atender ao pedido vindo de outro continente e também do empresário e amigo do artista em Barretos, que apesar de ser considerado "louco" pelos céticos que só confiam no poder de homens, tem feito muito mais dos que se dizem fiéis a DEUS, propagando a PALAVRA aos confins do Brasil e do mundo. São muitos que estão sendo abençoados com este Livro Sagrado, que tem na capa uma obra original de Renato Amisy, que ouviu este chamado quando soube que seu projeto junto a uma grande multinacional ligada às tradicionais palhas de aço na limpeza caseira. Ou seja, decepcionado com o engavetamento deste projeto de homens, ouviu em seu coração a voz de  DEUS que deveria fazer obras originais bancadas com seus recursos próprios e colá-las no Livro Sagrado e distribuísse gratuitamente aos que precisassem, para que a PALAVRA  fosse propagada aos confins da terra e deixasse que DEUS agisse através do conjunto da obra nas vidas de seus eleitos. Detalhe, muitos querem, mas nem todos estão tendo ainda, pois existem alguns impedimentos como à falta de mais recursos para a distribuição em massa, portanto, aqueles que estão sendo presenteados com esta OBRA estão sendo privilegiados. Mas é meta do artista depois deste tremendo agir de DEUS que continue este projeto que certamente superará quaisquer outros feitos por homens.

O artista aceita doações do LIVRO SAGRADO  para que a obra seja cada dia mais propagada pelos confins da terra, atualmente tem contato apenas com as ações do amigo “louco” por DEUS e que mesmo sendo impedido e cerceado de seus movimentos, tem feito junto com o Renato Amisy um trabalho de levar a PALAVRA aos que dela necessitam.  As doações de Bíblias podem ser feitas diretamente com o Artista, pelo telefone 17 8125 1706. É uma excelente opção de presente.
 
 
Anexo da foto da Obra JESUS SALVADOR feita exclusivamente para a Albânia.
 
Agindo DEUS, nada nos impedirá de proclamar seu Nome aos Povos,

10 de mar. de 2010

REGIÃO SUL DO BRASIL UNIDA EM APOIO A OBNRA MISSIONÁRIA.

Cerca de 150 pastores batistas da Região Sul, representando as quatro convenções batistas atuantes no Sul do Brasil (Pioneira, Gaúcha, Catarinense e Paranaense), reuniram-se na cidade de Brusque, em Santa Catarina, entre os dias 3 e 5 de março, para a realização do 1º Congresso de Missões para Pastores organizado pela JMM. O Pr. João Marcos Barreto Soares, Diretor Executivo da JMM, abriu o encontro e falou aos pastores sobre os desafios e seus planos à frente de Missões Mundiais.

Durante o Congresso, o Pr. Cláudio Andrade, Representante da JMM para a Região Sul, fez o lançamento da Campanha 2010 de Missões Mundiais “Por Cristo vou até os confins da Terra”, com o apoio de irmãos da PIB de Brusque. Os missionários Pr. Henrich e Olga Friesen (Equador) e Edna Dias (Guiné-Bissau) falaram aos pastores do Sul sobre os desafios de seus campos. Além deles, os pastores Adílson Ferreira (Representante da JMM em São Paulo) e Sócrates Oliveira de Souza (Diretor Executivo da CBB) compartilharam mensagens sobre a obra missionária. Outros preletores foram o Pr. Luís Roberto Silvado e Pr. Jason Butler (IB Bacacheri, Curitiba/PR) e Pr. Isaías Quirino (Diretor Executivo da Convenção Batista Paranaense).

“Este evento abençoou a vida dos pastores da Região Sul a ponto de todos, por unanimidade, pedirem a realização de um segundo congresso. Muitos saíram com o coração saudoso, feliz e cheio de amor e motivação pela obra missionária. Outros chegaram a dizer que nunca mais serã

6 de mar. de 2010

MULHERES ALBANESAS... adoração contextualizada

MULHERES ALBANESAS... adoração contextualizada



LONGA VIDA PARA AS ALBANESAS - MULHERES
Hoje em nossa abençoada e próspera igreja aqui na Albânia, realizamos o dia das mulheres em conjunto com o dia mundial de oração pelas mulheres .


Nossa amada Igreja, é composta por muitas dezenas de mulheres , dezenas de adolescentes, muitas dezenas de crianças e por enquanto 3 homens. Estamos em uma comunidade perto da capital TIRANA, no local mais pobre de toda Albânia, estamos vivendo como nos anos 50, tamanha a diferença da cosmovisão do povo e da realidade vivida por cada um dos moradores.


Povo que amamos e amamos estar servindo ao nosso Pai , onde Ele nos colocou. Fazendo ao que aos nossos olhos era quase impossível, (plantar uma igreja em um bairro muçulmano). Mas como o impossível é especialidade de DEUS!, ali estamos na força, no poder e no amor do nosso Senhor da seara, o DEUS que faz brotar os frutos mesmo sobre as pedras e terreno montanhosos como de fato é o local.

No culto que realizamos para as mulheres, nossa igreja estava completa, cheia, sem nenhum lugar vazio, pelo contrario, com pessoas em pé por falta de espaço e cadeiras e muitas outras tendo que voltar para suas casas por falta de lugar. Aleluias, glórias sejam dadas ao Senhor.
 Foram momentos inesquecíveis para muitas das mulheres que vieram pela primeira vez em uma igreja evangélica, cristã...

 O mover de Deus em meio aos louvores com o recem formado coral da igreja em estilo muito bem contextualizado antopologicamente falando, com a cultura e maneira de cantar, expressar o que elas tem delas mesmas por DEUS... como verdadeiras albanesas... nada mais alem do que elas são...
Este estilo de música é que estamos incentivando no meio deles. Nada americanizado (digo americanizado pois somos da América do sul...).
A cultura TOSK é a do povo do norte da Albânia, onde o povo na época do maldito e satânico comunismo era esquecido mais ainda do que o povo do sul.

Após a adoração contextualizada, no final da ultima música o coral dançou a dança DASMA, que se dança nos casamentos, festas de aniversário, natal enfim em todas as festas alegres eles dançam e na ocasião elas dançaram louvando ao nosso criador e SENHOR. Foi um momento muito gracioso na presença do PAI. 

A minha alegria, oração e gratidão ao PAI DAS LUZES é que a cada dia Ele possa usar nosso modo de servir como aroma suave, sempre grato por tudo o que ELE tem feito e irá fazer...
LONGA VIDA PARA AS ALBANESAS - MULHERES

Hoje em nossa abençoada e próspera igreja aqui na Albânia, realizamos
o dia das mulheres em conjunto com o dia mundial de oração pelas
mulheres .

Nossa amada Igreja, é
composta por muitas dezenas de mulheres , desenas de adolescentes,
muitas dezenas de crianças e por enquanto 3 homens. Estamos em uma
comunidade perto da capital TIRANA, no local mais pobre de toda Albânia,
estamos vivendo como nos anos 50, tamanha a diferença da cosmovisão do
povo e da realidade vivaida por cada um dos moradores.

Povo que amamos e amamos estar senvindo
ao nosso Pai , onde Ele nos colocou. Fazendo ao que aos nossos olhos era
quase impossivel, (plantar uma igreja em um bairro muçulmano). Mas como
o impossível é expecialidade de DEUS!, ali estamos na força, no poder e
no amor do nosso Senhor da seara, o DEUS que faz brotar os frutos mesmo
sobre as pedras e terreno montanhosos como de fato é o local.

No culto que realizamos para as mulheres, nossa igreja estava
completa, cheia, sem nenhum lugar vazio, pelo contrario, com pessoas em
pé por falta de espaço e cadeiras e muitas outras tendo que voltar para
suas casas por falta de lugar. Aleluias, glórias sejam dadas ao Senhor.


Foram momentos inesquecíveis para muitas das mulheres que vieram pela
primeira vez em uma igreja evangélica, cristã...

O mover de Deus em meio aos louvores com o recem formado coral da igreja
em estilo muito bem contextualizado com o cultura e maneira de cantar...
como verdadeiros albaneses... nada mais alem do qu eles são...

5 de mar. de 2010

Pr Antonio Barbosa Coelho, Missionário na ALBANIA

Albânia"


Albânia


Decorridos mais de 40 anos de isolamento sob o regime comunistaateísta, a nação emerge como uma das mais pobres da Europa, carente, acima de tudo, da presença de Deus.

Antônio Barbosa Coelho, também pastor, está na Albânia desde o dia 16 de outubro de 1991. Atualmente ele está em Tirana, capital, mas já trabalhou em duas cidades ao Norte. Ele esteve conosco para falar da situação espiritual do país hoje em relação a quando chegou lá. Eis seu relato em tom de satisfação, quebrantamento e clamor, em prol do povo albanês.

“Nos primeiros anos era muito fácil evangelizar porque todo mundo queria contato com o estrangeiro. Iniciamos duas igrejas no começo, em 1992, e essas igrejas cresceram, cada uma ficou numa cidade. Hoje elas estão na capital. Ficávamos surpresos pela forma como chegavam até nós, ainda que só por curiosidade, porque era algo novo até então. Hoje já não é assim. As pessoas agora estão mais voltadas para o materialismo, para o prazer, para as opções de entretenimento e mídia, que antes não tinham. O desafio é alcançá-las, evangelizá-las e discipulá-las. Isso porque nunca houve no país essa cultura de religiosidade, de busca a Deus, por causa de anos de um comunismo ateísta. Houve quem nos dissesse: ‘Olha, é muito bonito e bacana o que vocês fazem, mas eu gostaria de crer como vocês creem e não consigo. Fui estruturado para agir assim em toda a minha vida’. Claroque para Deus isso não é barreira. Temos, porém, de usar das estratégias certas em Deus para alcançarmos as pessoas. O que nos é favorável é que o albanês é muito receptivo, hospitaleiro, que gosta de fazer amizade, logo fica relativamente mais fácil falar de Jesus para as pessoas. E esse é um dos nossos desafios: fazer amizade com o povo albanês. Depois vem o próximo desafio: o de levar essas pessoas à igreja, pois elas se mostram resistentes, já que se preocupam com que os outros vão dizer e pensar. Hoje meu trabalho é mais com adolescentes e jovens, e não tanto com os adultos, embora eles não fiquem de fora. Um dos grandes desafios tem sido ainda o de trabalhar com as mulheres, com as moças e senhoras, já que a igreja é majoritariamente masculina. A minha maior conquista é ver que pessoas que ouviram do evangelho estão agora firmes com o Senhor Jesus. Muitos deles já estão cumprindo o chamado do Senhor em suas vidas, servindo a Ele como pastores, missionários, obreiros, no próprio país ou fora dele. Quero também contemplar o crescimento do evangelho num país que ainda hoje carrega os traços do comunismo ateísta, que perdurou por cerca de 50 anos. Sinto-me realizado, renovado e desafiado, crendo que o que Ele realizou até hoje é apenas um começo. Vejo a Albânia como aquela pessoa necessitada, sem condições de se locomover, e que foi trazida até Jesus por sobre o telhado, conforme lemos em Lucas 5.17 a 26. E creio que a Igreja de Cristo está fazendo isso, e pode fazer mais.”.

A cara do Brasil


Segundo o Banco Mundial, a corrupção no Brasil é de R$ 1 bilhão por dia.
A cara do Brasil

Delis Ortiz

Outro dia, ao chegar ao Rio de Janeiro, tomei um táxi. O motorista, jeito carioca, extrovertido, foi logo puxando papo, de olho no retrovisor.
-- A senhora é de Brasília, não é?
-- Sim -- respondi.
-- É, eu a reconheci.
E como é que a senhora aguenta conviver com aqueles ladrões lá do Planalto Central? Não deve ser moleza.
O sujeito disparou a falar de políticos, do tanto que eles são asquerosos, corruptos...
Desfiou um rosário de adjetivos comuns à politicagem nacional.
Brasília é o palco mais visível dessas mazelas e nem poderia deixar de ser. Afinal, o país inteiro olha para lá. O taxista era só mais um crítico, aparentemente atento. E ele sabia dar nomes aos bois que pastavam tranquilamente no orçamento da união, que se espreguiçavam impunemente sob a sombra da imunidade parlamentar ou de leis feitas em benefício próprio. E que, de tempos em tempos, se refrescavam nas águas eleitoreiras.
O carro seguia em alta velocidade; a distância parecia esticada. Vi uma bandeira três em disparada.
Lá pelas tantas, quando já estávamos dentro de um segundo túnel escuro, o condutor falante sugeriu um "dia sem corrupção".
-- Já pensou -- disse ele -- se uma vez por ano esses homens não roubassem?
-- Interessante -- a exclamação me escapou aos lábios.
-- Sim -- continuou entusiasmado --, seria uma economia e tanto.
Nessa hora, me dei conta de que estávamos percorrendo o caminho mais longo para o meu destino.
Chegava a ser irracional a quantia de voltas para acertar o rumo.
Deixei.
-- Os economistas comentam -- tagarelava ele -- que somos um país rico. Não deveria existir déficit da previdência, os impostos nem precisariam ser tão altos, o serviço público poderia ser de primeira. O problema é que quanto mais se arrecada, mais escorre pelo ralo, tamanha a roubalheira.
Tão observador, será que ainda se lembrava em quem tinha votado para deputado ou senador na última eleição? Fiz a pergunta e, depois de algum silêncio, a resposta foi não. Pena.
Caímos num engarrafamento, cenário perfeito para aquele juiz de plantão tecer mais comentários sobre o malfeito.
-- Veja como são as coisas, os riquinhos ociosos da Zona Sul, que deveriam pensar em quem tem pressa, acham que são os donos do pedaço e vão embicando seus carros, furando fila, costurando de uma faixa a outra, querendo levar vantagem. A gente, que é motorista de táxi, tem que ficar atento, porque os guardas estão de olho, qualquer coisinha eles multam. Mas eles fazem vista grossa para as vans que transportam pessoas ilegalmente. Elas param onde querem, estão tomando os nossos passageiros. Como não tem ônibus para todo mundo e táxi fica caro, muita gente prefere ir de van.
Por falar em "caro", a interminável corrida já estava me saindo um absurdo...
Resolvi pontuar algumas coisas.
-- Por que o senhor escolheu o caminho mais longo?
Ele tentou se justificar:
-- É que eu estava fugindo do congestionamento.
-- Mas acabamos caindo no pior deles
-- retruquei.
E por que o senhor está usando bandeira três se não tenho bagagem no porta-malas nem é feriado hoje?
-- continuei questionando.
Ele disse que estava na três para compensar a provável falta de passageiro na volta. Claro que não, eu sabia.
Finalmente, consegui chegar ao endereço pretendido. Fiz mais um teste com o "probo" cidadão: paguei com uma nota mais alta e pedi nota fiscal. Ele me devolveu o troco a menos e disse que o seu talão de notas havia acabado.
-- Veja como são as coisas, seu moço -- emendei. O senhor veio de lá aqui destilando a ira de um trabalhador honesto. No entanto, se aproveitou do fato de eu não saber andar na cidade, empurrou uma bandeirada, andou acima da velocidade permitida, furou sinal, deu voltas, fingiu que me deu o troco certo e diz que não tem nota fiscal!
O brasileiro esperto quis interromper, mas era minha vez de falar.
-- O senhor acha mesmo que ladrões são aqueles que estão em Brasília? Que diferença há entre o senhor e eles?
Eu sabia que estava correndo risco de uma reação violenta, mas não me contive. Os "homens" do Planalto Central são o extrato fiel da nossa sociedade. Quantos taxistas desse porte vemos dirigindo instituições? Bons de discursos...
Na prática...
Desembarquei com a lição latejando em mim.
Quantas vezes, como fez esse taxista, usamos espelho apenas como retrovisor para reter histórias alheias?
Nossas caras, tão deformadas, tão retocadas, tão disfarçadas, onde estão? Onde as escondemos que não aparecem no espelho?
Sem a verdade que liberta, jamais estaremos livres de nós mesmos.
Ainda sonho com um Brasil de cara nova... A começar por minha própria cara.

• Delis Ortiz é jornalista, repórter especial da TV Globo, em Brasília. É mãe de Brenda e Bianca, e avó de Gabriel e Stella.
É membro da Igreja Presbiteriana do Planalto
Deus o(a) abençoe.

4 de mar. de 2010

SE UM NÃO TIVER LUGAR PARA O RICO, QUE ELE FIQUE EM PÉ



Um dia desses uma igreja, num mesmo culto, batizou um deputado e um ajudante de pedreiro. Em nenhum momento foi dito que o deputado era deputado e que o ajudante de pedreiro era ajudante de pedreiro.
Só na igreja isto pode e deve acontecer. Nela ninguém é doutor ou analfabeto. Ninguém é diretor de empresa ou empregado. Todos são apenas o que são: irmãos em Cristo.
A igreja cristã dos primórdios encantava o mundo porque na hora da celebração da Ceia do Senhor sentavam-se senhores e escravos lado a lado e, muitas vezes, o senhor servia ao escravo.
Um pastor, por exemplo, não deve ler a lista dos que são contribuintes, muito menos saber com quanto os membros contribuem, para não ser tentado a tratar a cada um como a sociedade considera as pessoas.
Na igreja, como nos ensina Tiago (2.1-7), não pode importar o brilho do anel no dedo, a grife da gravata ou a marca do carro.
Desejo-lhe um
BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo